

Ao contrário de outras raças, os Humanos não apostaram em uma única vantagem absoluta. Eles dominam através da versatilidade, resiliência e eficiência. Não são os mais fortes, nem os mais rápidos, nem os mais misteriosos, mas são os que sobrevivem a qualquer cenário.
+1 asteroide extra a cada ciclo de atração · +10% de Asterium na produção passiva · +5% de dano defensivo.


Os Rakshasa são predadores invisíveis que evoluíram em zonas de guerra onde a informação vale mais que o poder bruto. Eles atacam sem serem vistos, fazendo com que suas frotas simplesmente aconteçam antes que o inimigo tenha tempo de reagir.
As naves de combate Rakshasa não podem ser identificadas pelo sistema de defesa inimigo.


Mestres da energia dos buracos negros, os Void aprenderam a manipular a gravidade para apagar parte da presença inimiga no campo de batalha. Enfrentá-los é mergulhar no imprevisível: uma guerra onde nem toda frota enviada realmente chega à batalha.
Uma porcentagem das naves inimigas é desativada antes mesmo do combate começar (3% + 0,5% por nível de Tecnologia).


Os Synth abandonaram a individualidade em troca da imortalidade digital. Cada nave é uma extensão de um sistema neural maior. Para eles, perdas não são tragédias, são apenas dados para recalibração do Algoritmo.
Nanobots de alta densidade processam destroços em tempo real, refabricando automaticamente parte das baixas após o conflito (10% + 1% por nível de Tecnologia, até 20% no Nv7).


O Evolife não consome apenas recursos; ele consome o próprio conceito de resistência. Suas naves são organismos vivos que enxergam metal, energia e tripulação inimiga como matéria-prima para a próxima fase evolutiva.
Organismos infectores paralisam parte da frota adversária, assimilando uma porcentagem das unidades inimigas e integrando-as biologicamente à própria armada (3% + 0,5% por nível de Tecnologia).